Mascote das tirinhas vira anjo

Jô virou anjo e será eternizado através dos diálogos das histórias semanalmente

Amor, carinho e atenção, são sentimentos e ações que as pessoas gostam de receber e isso não é diferente com os animais. Quem não gostaria de chegar em casa e ser recebido com uma lambida, ou com aqueles rostinhos faceiros atontados pelos inúmeros pulos que eles dão.

Quem tem um cachorrinho ou gatinho em casa, sabe realmente os sentimentos que esses pequeninos fazem brotar.

Gorda, Zeca, Jô, Thuy, Brasa e Rubizinha alegraram muito a vida da família Scos. Infelizmente aos poucos eles foram virando estrelas, ficando apenas a Gorda e o Brasa.

Filho da Gorda com o Zeca, o Pug Jô nasceu em 2011, no mês de novembro. Jô veio ao mundo e com ele mais dois, mas somente ele sobreviveu.

Ele durante o tempo que esteve com a família recebeu todo amor que poderia ter. Os dias nunca eram iguais com eles reunidos. "Quem tem cão sabe do que estamos falando", comentou Lis Graupner.

Em 2013 em um momento fatídico Jô foi atropelado e passou por cirurgia para reconstrução de algumas partes do corpo. Foi operado e se restabeleceu se adaptando ao que tinha naquele momento, usou cadeiras de rodas e por anos fez uso de fraldas, pois isso ajudaria em sua condição.

Neste período, recebeu muito apoio da família, que de forma resiliente, cuidou, amou-o como um membro da família.

Muitas foram às dificuldades enfrentadas pelo cãozinho Jô que virou coadjuvante de uma tira publicada semanalmente neste semanário que trás diversos assuntos.

Não parando por aí a direção do jornal resolveu dar vida ao pequeno Jô e ele estreia esta semana como um anjo, caracterizado com asas, participando do desfecho de vários assuntos. Jô nos deixou em janeiro deste ano.

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