É lei: Cerrito é a capital catarinense das casas subterrâneas

O Governo do Estado sancionou, a Lei número 18.202/2021, que concede ao município de São José do Cerrito o título de Capital Catarinense das Casas Subterrâneas.

A lei surgiu a partir de um projeto apresentado pelo deputado estadual Marcius Machado (PL) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, que foi aprovada em plenário, pelos deputados, no final do mês de agosto.

Este projeto foi elaborado a partir de uma parceria com o prefeito de São José do Cerrito, Dirceu da Silva, o vice-prefeito Leonardo Heinzen, e a presidente da Câmara de Vereadores, Leila Pinheiro.

No Sul do Brasil e no Uruguai existem sítios arqueológicos, chamados de casas subterrâneas. Acredita-se que estes sítios tenham servido como um abrigo artificial para seus moradores, similares às casas de aldeias indígenas atuais. A diferença está no fato de que as paredes da casa seriam formadas pelo solo cavado.

O estudo "As casas subterrâneas de São José do Cerrito", elaborado sob a coordenação de Pedro Ignácio Schmitz, é um trabalho realizado pela equipe de arqueólogos e documenta, fartamente, a existência dos sítios arqueológicos, informando que:

- A história dos índios Jê Meridionais que, durante muitos anos, viveram no território que hoje é o município de São José do Cerrito, nos campos de Lages.

- A equipe, que tem experiência de pesquisa arqueológica por todo o território nacional, considera que São José do Cerrito é um lugar muito especial para contar a história das muitas gerações humanas que antecederam a colonização europeia no Brasil.

- As ocupações mais antigas são do século 6, as mais novas do século 12 de nossa era.

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